Jam Session

11/05/2009

Jam Session
Para quem não conhece, as Jam Sessions são reuniões de músicos em um determinado local, onde todos começam a tocar de maneira improvisada, sem qualquer preparação e sem nada planeado.

Muitos acreditam que “Jam” venha da palavra “geleia” em inglês, significando a mistura de vários estilos. Outros já acreditam que é uma sigla para Jazz After Midnight.

Aliás, falar sobre as Jam Sessions é dar um pulinho no passado, voltando em meados da década de 40. Durante a Segunda Guerra Mundial, diversos cafés nova-iorquinos como o Minton Playhouse realizavam as suas Jam Sessions. Grandes nomes do jazz como Dizzy Gillespie e Charlie Parker surgiram dali. O que não faltava eram concursos para ver qual o melhor improvisador, como aquele em que o músico tinha que acompanhar a banda da casa inventando na hora os seus próprios solos!

A cultura das Jam Sessions foi e ainda é tão forte que bandas como Red Hot Chilli Peppers e The Jimi Hendrix Experience incluíram elas em suas apresentações. Alguém até criou os Mandamentos da Jam, contendo dicas do que fazer e do que não fazer ao se apresentar, incluindo citações como “Não seja um chato e diga o que você tem a dizer em poucos acordes” ou ainda “Quando tocar uma balada divida os refrões ao meio para que a música não pareça ter uma hora de duração”.

Mas você deve estar se perguntando “por que esse falatório todo sobre Jam Sessions”? Eu explico:

A partir de amanhã, está no ar uma nova coluna no blog da Rinha!

Mas como assim?

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Top 10: Músicas de Enterro

11/05/2009

iPod Grave
O post desta segunda-feira é bastante curioso. Navegando internet à dentro neste final de semana, descobrimos uma pesquisa bastante inusitada realizada no Reino Unido. Decididos a montar uma lista das principais músicas que tocam nos velórios, um certo pessoal participou de mais de 30.000 funerais em 2008 para ranquear as principais marchinhas fúnebres que alegram os condolentes.

O resultado foi bastante engraçado: excluíndo as músicas religiosas de praxe, em primeiro lugar temos a música “My Way”, interpretada pelo grande Frank Sinatra. Na segunda colocação, temos a canção “Wind Beneath My Wings” interpretada por Bette Midler (Céline Dion e Sonata Arctica também possuem suas versões). E a própria Céline fecha o top 3, com a clássica e inesquecível “My Heart Will Go On”.

1º Lugar – My Way


2º Lugar – Wind Beneath My Wings


3º Lugar – My Heart Will Go On

Mas a Rock in Rinha quer saber: qual seria o sucesso que embalaria o seu enterro? Comente e confira a lista completa logo na sequência!

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Made in Japan

07/05/2009

japanflag
O post de hoje é 100% made in japan. Direto da terra do sol nascente, a Rock in Rinha traz o que promete ser o post mais esquisito desta gincana. Alguém aí já sabe o que é a tal da J-Music?

Apesar de bastante desconhecido por estas terras, o mercado fonográfico japonês é o segundo maior do mundo, perdendo em volume de vendas apenas para os Estados Unidos. Assim como a terra do Tio Sam controla os hits de sucesso das paradas por aqui, são as músicas japonesas que dominam boa parte do mercado oriental.

Em geral, a visão que se tem da música nipônica é aquela coisa tradicional, com direito a gueixas e pétalas de cerejeira. Mas a J-Music já sofreu diversas mudanças – o koto e o enka já não soam mais como no passado. Hoje em dia, devido à globalização e à americanização da cultura mundial, o Japão possui influências que vão desde o bom e velho rock e até mesmo do jazz e da bossa nova. Já pensou em ouvir rap em japonês?

Mas mesmo com tantas misturas, os japoneses valorizam e muito as suas raízes. Em algumas bandas, instrumentos antigos dividem espaço com guitarras e rappers, tornando a variedade de sons bem estranha em alguns casos. Mas mesmo com tanta diversidade, conseguimos dividir a música três grandes grupos: o J-Rock, o J-Pop e os Tokusatsu/Anisongs.

O J-Rock é como é chamado o rock japonês, famoso pelo glamour do Visual Kei (inspirado em bandas como Queen e Kiss) e pelos seus músicos andróginos. Os principais representantes são os caras do X Japan, do Dir en grey, the GazettE, miyavi e B’z. Dá só uma olhadinha na foto da banda abaixo… Quantas dessas mademoiselles aí vocês acham que realmente são mulheres?

Nunca me enganaram...

Nunca me enganaram...

Já o J-Pop são músicas mais comuns, com bastante semelhança às músicas daqui. São as mais ouvidas pelos japoneses, e seus principais representantes são a diva do pop Ayumi Hamasaki, os caras do Mr. Children e do L’arc~en~Ciel, além das diversas boybands como EXILE e Tohoshinki. Sim, elas também existem por lá!

J-Biscas! Yeah!

J-Biscas! Yeah!

E as Tokusatsu e Anisongs são as músicas que tocam nos animes e séries japonesas e que com certeza, muitos de vocês sabem cantar junto. Ou vai dizer que ninguém assistia Jaspion, Dragon Ball, Jiban e Cavaleiros do Zodíaco? Pois é, as músicas que tocam nestas séries fazem bastante sucesso por lá! Inclusive, alguns animes e games foram os responsáveis pelo lançamento de diversos artistas.

O Cara Tossiu!

O Cara Tussiu!

É um universo bem diferente do que estamos acostumados a ouvir por aqui. Mas mesmo com tantas diferenças, existem diversos eventos e festas aqui mesmo em Santa Catarina onde os amantes deste tipo de música se reúnem.

Mas para o pessoal da Rinha não ficar só no gostinho, preparamos um pack com músicas nipônicas para vocês matarem a curiosidade. O download vocês podem fazer aqui!

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One-Hit Wonders!

24/04/2009

 

WTF?
?

Sabe aquela música que todo mundo sabe cantar, mas ninguém sabe quem é o artista, de onde ele veio e aonde ele foi parar? Pois são estas as canções que embalam o tema do nosso post de hoje!

Bastante comuns em todo mundo, os One Hit Wonders são aqueles artistas que estouraram nas paradas com sua música de lançamento, mas dois meses depois ninguém nunca mais ouviu falar deles. Aqui, de cabeça, consigo me lembrar de vários! Ou vai dizer que alguém aí desconhece pérolas como Xibom Bombom e Bagulho no Bumba?

Aqui no Brasil, ainda temos o agravante das novelas. Responsável por descobrir incontáveis artistas, essas mesmas novelas, quando acabam, levam muitos dos participantes da trilha sonora junto. Alguns ainda tentam ir além dos 5 minutos de fama proporcionado pela “mídia espontânea”, mas dificilmente acabam bem sucedidos.

Mas calma lá, cuidado antes de tachar de One Hit Wonders músicos que, apesar de longe dos holofotes da mídia, possuem uma legião de fãs curtindo seus trabalhos. Artistas como Ana Carolina, Los Hermanos e Adriana Calcanhoto só tiveram um grande sucesso tocando nas rádios, mas suas músicas permanecem agradando os ouvidos de diversas pessoas Brasil afora.

Mas e no mundo? O que definitivamente foi um One Hit Wonder digno de menção aqui no blog da Rock in Rinha?

Existem diversas listas desses sucessos impagáveis, como as dos canal de televisão VH1 nos Estados Unidos, do site Odee ou a do programa de TV australiano 20 to 1. Mas fica aqui a nossa seleção internacional, destacando três One Hit Wonders que com certeza vão fazer você lembrar dos velhos tempos e cantar junto!

3º Lugar – The Wheater Girls

 

 

2° Lugar – Afroman

 


 

E o nosso artista número 1 você confere logo na sequência! ;)

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Música também é solidariedade

20/04/2009

Música Feliz

Essa é a idéia do emocionante projeto Música Feliz, que trabalha para aumentar a autoestima de crianças que estejam passando pelo tratamento de alguma doença grave. Tudo começou quando Marcelo Morgan, músico e produtor de Sorocaba (SP), teve seu filho hospitalizado. Querendo ajudar outras crianças que também passavam por esse trauma, pensou em compor músicas que tivessem como personagem principal o nome do paciente. Então conversou com a psicóloga do hospital e compôs as 4 primeiras canções, que fizeram o maior sucesso! A partir daí, começou a receber vários pedidos de músicas e de músicos querendo participar do projeto, até então inédito no Brasil.

Se você também quer contribuir usando o seu talento, entre em contato com o Música Feliz e mande sua proposta. Caso você queira ajudar uma criança ou adolescente que esteja enfermo, solicite uma música. Não custa nada, mesmo!

Siga o Música Feliz no Twitter e acesse o Blog Feliz.

Agora fica a pergunta: será que na Rock in Rinha vai seguir o exemplo bacana do Música Feliz e preparar alguma prova solidária? Fiquem ligados!

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Os vídeo-clipes mais caros

08/04/2009

Bem pessoal, o post de hoje fala sobre super produções! Vocês já pararam para pensar na grana que está envolvida nos vídeos-clipe dos artistas mundo afora? Pois é, saiba que alguns desses artistas são bastante excêntricos na hora de definir como vai ser essa produção.

A verba necessária para fazer um clipe bacana, desses que enchem os olhos na MTV é de, no máximo, 100 mil dólares. Mas o que trouxemos aqui hoje é a galera gastadeira: eles não ficaram contentes com esse orçamentinho reduzido e resolveram torrar uma grana preta nos seus filmes. O rei do pop, Michael Jackson, aparece 5 vezes na lista dos vídeo clipes mais caros já produzidos, e a diva do pop japonês, Ayumi Hamasaki, tem 3 aparições. Ele sempre esbanjou nos efeitos especiais e nos cenários, produzindo vídeos de longa duração, enquanto ela ateou fogo em um vilarejo inteiro no Havaí! Tudo isso, claro, em prol das suas músicas.

Há controvérsias sobre qual é o vídeo-clipe mais caro. Rumores dizem que as filmagens na China de um dos últimos vídeos da banda 30 Seconds to Mars, From Yesterday, podem ter ultrapassado os 13 milhões de dólares. Mas vamos ficar com fatos confirmados: o título é de Michael Jackson e seu dueto com sua irmã, Scream, gastando 7 milhões de dólares. Saca só onde toda essa grana foi colocada:

– Espaçonave Computadorizada: $65.000,00
– Outras Computações Gráficas: $50.000,00
– Guitarras Estraçalhadas: $53.000,00
– Maquiagem do Michael: $3.000,00
– Maquiagem da Janet: $8.000,00 por dia
– Tela Gigante: $80.000,00
– Coreografia: $40.000,00
– Luz: $175.000,00
– Custos Médios Por Dia: $636.000,00 (11 dias de gravação)
– Custo Total: $7.000.000,00

O resultado é esse aqui em baixo:

Clique aqui para ver a lista completa do povo que não fecha a carteira na hora de investir em uma boa produção!

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Música no Comercial

07/04/2009

Além de bandas, o tema do Rock in Rinha possibilita falar de muitas outras coisas. Que tal a música na propaganda? Quem aí gosta de músicas de comercial levanta a mão!

Aumente o volume!

Aumente o volume!

Em alguns comerciais, a gente consegue ver claramente a influência de algumas bandas na sua construção, como é o caso do filme do Nissan Sentra com The Uncles! Dá para lembrar bastante da banda Roupa Nova. Quem assiste esse filme fica com vontade de ir a um show do The Uncles… Mas é lógico que vai ficar só na vontade, porque a banda é fictícia e serviu apenas como um viral para o lançamento do carro. Pena né? Olha a entrevista com a banda aqui.

Voltando ao tema música na propaganda, quem assistia o Castelo Rá-Tim-Bum com certeza vai se lembrar das músicas do ratinho, produzidas pelo talentosíssimo compositor Hélio Ziskind. Esse cara além de fazer música educacional, (muita gente aprendeu a tomar banho assim, e não esqueceu de lavar o “Meu pé, meu querido pé que me agüenta o dia inteiro uu”), compôs ótimas trilhas de comerciais, como o da Johnson’s Baby Para Cachinhos. Uma música assim atinge certeiramente o público alvo, e as mamães ficam bobinhas bobinhas com o grau de cuti cuti que tem esse filme.

Se você tem uma música de comercial que ama e não consegue parar de cantar, coloque o link nos comentários. Quem sabe o pessoal do planejamento não prepara uma prova com a sua ajuda?

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