JAM SESSION: Kryohunter Comunicação

22/05/2009

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A música embala a vida de muita gente e na Kryohunter, não é diferente. Aqui os trabalhos são realizados ao som de muito Rock. Em 2008 completamos 18 anos e a nossa festa não poderia ter outro tema se não o bom e velho Rock ’n Roll, é claro. Como na publicidade tudo é pra ontem, a decisão de fazer a festa pra comemorar a maior idade foi tomada com apenas 7 dias de antecedência e apesar do pouco tempo que tivemos para divulgá-la, a festa foi um sucesso e contou com a presença de 300 pessoas. Para a divulgação, partimos para o improviso e para as ferramentas que permitem atingir muitas pessoas em pouco tempo, mas de forma dirigida. Algumas pessoas tomaram conhecimento da festa através do nosso blog, outras através de uma comunidade do Orkut, que foi criada especialmente para a festa, na época. Tiveram as que ficaram sabendo através do e-mail marketing que foi disparado para a nossa lista de contatos, outros receberam o convite impresso em mãos mesmo. Pra completar, também contamos com a propaganda boca-a-boca, que também fez muito sucesso. Na festa, contamos com a presença do inesquecível e imortal Elvis Presley, afinal de contas, é óbvio que Elvis não morreu. Alguém pode estar se perguntando: só uma semana de divulgação? Sim! Apenas 7 dias. E como se divulga uma festa em tão pouco tempo? Com muita criatividade e uma pitada de improviso, obviamente. E foi assim que fizemos, tendo como inspiração o Rock, que é imprevisível e que incorpora todo tipo de instrumento. O Rock é universal, é comercial, é estilo. Rock é Publicidade e a Publicidade é como o Rock: envolvente e contagiante. Assim também é a Kryohunter, caminhando para os seus 20 anos de história em 2010, todos eles embalados ao som de muito Rock ‘n Roll.

Cartaz para a festa de 18 anos da Kryohunter Comunicação

Cartaz para a festa de 18 anos da Kryohunter Comunicação

Karin Stark e Carolina Meier Furquim

JAM SESSION: Callier Comunicação Integrada

18/05/2009


Callier Comunicação Integrada

Viagem Musical

O jingle é uma ferramenta eficiente e muito explorada pela propaganda, pois vende o produto, serviço ou imagem da marca em forma de música. Seja político, promocional ou institucional, o jingle é propaganda com ritmo e conteúdo com melodia. Funciona com todos os públicos: crianças, jovens, adultos e idosos.

Existem dois tipos de jingles, o bom e o ruim. A diferença é que, o bom é cantado e lembrado. Fica na memória. É daqueles que quando se ouve, o pé acompanha a batida. Já o ruim, ninguém suporta ouvir mais que 3 vezes nas rádios e pouco tempo depois ninguém mais lembra dele. O que vale para um bom jingle é a pertinência, a produção, o ritmo, a melodia e a escolha das palavras.

Todo mundo que conhece, estuda e gosta de propaganda, certamente lembra-se dos famosos jingles “Mamíferos” da Parmalat; do “Me dá” da Danoninho; da “Galinha Azul” da Maggi; do “Tempo Passa” da Bamerindus; do “Pipoca e Guaraná” e “Pizza com Guaraná” do Guaraná Antarctica, do “DDD” da Embratel e de muitos outros jingles. Cito apenas os nacionais para valorizar nossas letras e nossa propaganda, nada contra os gringos.

O jingle que destaco é mais recente e foi além dos convencionais 30 ou 60 segundos. Produzido e veiculado em 2007, Viajante Mastercard é um jingle que virou música nas rádios. Com mais de 3 minutos de duração, o jingle que narrava a história (com começo, meio e fim) de um viajante e suas aventuras pelo Brasil tomou conta das rádios, com pedidos diários de ouvintes. Ao invés de tocar no intervalo como propaganda comum, o jingle tocou dentro da programação, o que ajudou a transformá-lo em hit. Toda a estratégia e logística da campanha são ótimas, mas foi o jingle bem produzido e escrito que deu vida a essa viagem musical.

Clique aqui e saiba mais informações sobre a campanha criada pela McCann Erickson. A produção e composição são da Panela Produtora. O resultado vocês conferem logo abaixo:
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Jean Pierre Boos – Callier Comunicação Integrada


JAM SESSION: Caza Comunicação

14/05/2009

Caza Comunicação
Desde os primeiros passos ela já encarnava diversos músicos, artistas. Teve gente que chegou, foi, e voltou encarnando o mesmo personagem e cantando as mesmas bobagens. Teve gente que não foi, mas até hoje, também continua cantando as mesmas bobagens. Ela já ouviu do metal ao rap. Do hip-hop ao pop. E agora, ouve do reggae que consome a cabeça ao samba que sacode o pé. E está, infelizmente, ouvindo um dito cujo cantar desafinadamente agora. Mas esse é o ritmo musical que ela segue: sem acordes e notas. Afinada nas criações. Desafinada nas canções. E, depois de tantas melodias descompassadas, ela continua firme e forte, há 5 anos construindo conceitos de verdade. Seja através da música bem cantada ou do batuque mal batido. Não importa. Todo dia tem algum dó ou mi que pairam pelo ar. Todo dia tem música que inspira a criação da nossa Caza.

Fernando Azevedo – Caza Comunicação


JAM SESSION: Duall Comunicação

13/05/2009

Duall Comunicação

À convite da Rinha, a Duall envia este jingle que acabou de “sair do forno”. O cliente é a Regata Motos – Concessionária Honda. Essa letra foi escrita no ano passado, mas ficou engavetada pois o cliente não havia comprado a idéia.

Em 2009 insistimos novamente, só que dessa vez já levamos o jingle totalmente pronto. A única alteração que o cliente solicitou foi a inclusão de uma buzina no fim do jingle. Então às 18h de uma quinta-feira, repassei o pedido ao produtor do jingle – Marquinhos de Joinville – que na ausência de uma buzina em sua “biblioteca sonora” que nos agradasse, pediu uma pizza. No momento da entrega, o motoboy resolveu o nosso problema… com a buzina de sua moto. Que claro, era uma Honda.

Confira o resultado final logo abaixo:
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Samir Cézar Túrmina – Duall Comunicação


JAM SESSION: Ativa Comunicação

12/05/2009

Ativa Comunicação

Há quem diga que música é como homem ou mulher, entram na cabeça e não saem mais, mas não é bem assim. Tem um tipo de música feita propositalmente para entrar na cabeça da gente e nunca mais sair.

Aquele som ‘grudento’ mesmo, que te faz, sem querer, repeti-lo sem parar. Esta musiquinha (no diminutivo, porque dura em média um minuto), se chama Jingle.

Muitas vezes criar um jingle parece fácil, mas não é, justamente pelo fato de ter que ser curto, simples e objetivo. Alcançar a essência de um jingle é trabalhoso, mas depois do trabalho vem a recompensa: várias pessoas repetindo a musiquinha por aí sem se darem conta.

Existem trabalhos ‘imortais’, que resistem ao tempo e continuam vivos na mente daqueles que o repetem, como é o caso da Poupança Bamerindus, da Pipoca com Guaraná Antarctica.

Foi pensando desta forma que fomos em busca de um jingle para o Grupo UNIASSELVI: uma letra simples, com melodia fácil de ser lembrada, possibilitando a associação imediata ao nome da instituição.

E pra quem curte, aí vai uma dica. Um lugar muito bacana para ouvir jingles que fizeram história desde a década de 30, e conhecer um pouco do que foi realizado em nosso país é o site Locutor Info.

Diogo Mendes – Ativa Comunicação


Jam Session

11/05/2009

Jam Session
Para quem não conhece, as Jam Sessions são reuniões de músicos em um determinado local, onde todos começam a tocar de maneira improvisada, sem qualquer preparação e sem nada planeado.

Muitos acreditam que “Jam” venha da palavra “geleia” em inglês, significando a mistura de vários estilos. Outros já acreditam que é uma sigla para Jazz After Midnight.

Aliás, falar sobre as Jam Sessions é dar um pulinho no passado, voltando em meados da década de 40. Durante a Segunda Guerra Mundial, diversos cafés nova-iorquinos como o Minton Playhouse realizavam as suas Jam Sessions. Grandes nomes do jazz como Dizzy Gillespie e Charlie Parker surgiram dali. O que não faltava eram concursos para ver qual o melhor improvisador, como aquele em que o músico tinha que acompanhar a banda da casa inventando na hora os seus próprios solos!

A cultura das Jam Sessions foi e ainda é tão forte que bandas como Red Hot Chilli Peppers e The Jimi Hendrix Experience incluíram elas em suas apresentações. Alguém até criou os Mandamentos da Jam, contendo dicas do que fazer e do que não fazer ao se apresentar, incluindo citações como “Não seja um chato e diga o que você tem a dizer em poucos acordes” ou ainda “Quando tocar uma balada divida os refrões ao meio para que a música não pareça ter uma hora de duração”.

Mas você deve estar se perguntando “por que esse falatório todo sobre Jam Sessions”? Eu explico:

A partir de amanhã, está no ar uma nova coluna no blog da Rinha!

Mas como assim?

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